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August 18, 2011

sem titulo

Agora não encontro qualquer semelhança entre o tom da minha ressaca moral e as palavras tecladas-ligadas no interior do HD. Não encontrar não significa não existir. Existe sempre um sapo, um sopro, um bafo. Quando acordo. Demora-se para surgir uma história no suéter do travesseiro. Espera sem fim. Esperando o apito da chaleira, do trem, do menino. Espera. Tem melancia gelada. Tem possibilidade de entrar uma grana extra e comprar um guaraná, guarda-roupa e acumular inventários cold cases. A banha fedorenta continua ao lado. Vamos lá. Paciência é quando você pirraça a si mesmo e inventa fazer pipoca no play.  Era para inventar um tom diferente dos macrobióticos floridos. O terceiro preparou a casa. Preparou o dicionário. Escandalizou o vizinho de baixo. Criou um prato feito de abacaxi e gengibre. E a menina MPB cantava desse jeito vão saber de nós dois. O terceiro precisa se concentrar e acordar às 05h02min. Todos os dias. O terceiro era uma farra e agora quase um comportamento perto do elevador, comprometimento de bom dia. O terceiro é uma farsa. É muito diferente de mim. Eu não sei italiano. Não gosto de cara de pau. Eu não tenho uma aventura. Eu não sou goiaba. Eu não tenho bichinho de goiaba. Eu não misturo chuchu com laranja. Eu nem sempre sou curioso. Eu não penso no meu coração. Eu nunca pensei em matar o busto de cera. Eu não gosto de falar de mim. O terceiro não é exatamente o contrário disso e por isso pode parecer mais instigante. Não direi idade/nacionalidade/quantos irmãos o terceiro tem. Ele está em qualquer lugar. Texto abertíssimo. Eu não sei se o terceiro tem mãe. Ele curte jazz ou arriba e metcholate. Não preciso saber. Eu sou uma farsa.

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