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August 18, 2011

Os registros da autopsia

As cadeiras com as mangas caídas sobre o chão e as frases bordadas das falsas valsas virgens do bom cardíaco. Timbres de blackout, fartura de seios brancos, balada do café triste. No gesto não há mais nada para ser decifrado. Repetição desiludida dos restos há trinta e futuro cinco anos. Eu posso ir a pé e devagar e não pretendo cachorros de raça. Você imaginou minha escritura assim. De qual cor pintarei meu quarto? Quando receberei Jeneci pelos Correios? Quando escreverei um conto? Quando repartirei meu cansaço? Quando borrarei os contraltos? Quando a maconha será liberada? Quando as algemas enfeitarão as sombracelhas? Quando estouraremos as bexigas de aniversário? Quando bateremos punheta nas trilhas entupindo os cupins de açúcar?

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